domingo, 18 de novembro de 2007

Esta letra de música faz parte dos grandes sucessos de um conjunto que nunca existiu, mas fez muito estardalhaço no éter. Portanto, abro espaço para a (verdadeira) discoteca dos sonhos:


Chuva vai varrendo
Essa saudade que insiste em ficar
Escondida do vento (que é tempo)
Que chia chamando a chuva
(Pra afogar a saudade que insiste)

Chuva que chega chorar
Compartilhando do Amor distante
Lavando essa coisa em meu peito
Que pesa e não diz a que veio

Chuva que ofusca esse sol de ser-tão
Molhando as palavras de dentro
Sempre esperando o que é belo
Romper em sete cores

4 comentários:

sandra camurça disse...

Eita, Menino, cê precisa mostrar mais vezes sua poesia, viu?! Lindo!

Beijos.

"Chove chuva, chove sem parar..."
rsrs.

Acantha disse...

E onde se compra cd's no éter? Eu quero!!!

Jens disse...

"Porque cantar
parece com não morrer
é igual a não se esquecer
que a vida é que tem razão" (Ednardo)
Beleza, Marcelo. Quebra tudo!
Um abraço.

Vais disse...

Professor,
adorei.
chuva que molha, que lava, que mata a sede de ser tão
lindo Marcelo!
gostei Jens, quebra tudo!
abração